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Voz da Periferia
"Quem
sabe sou a reencarnação de Cecília Meireles,
que poetizando a vida surpreendeu homens e mulheres...
Apreciação do que é bom,
liberdade de expressão em expansão.
Sem esconder, sem limitar,
Canto frustações do cotidiano popular..."
Esses versos de Vilma Santos sintetizam o rap inusitado do Voz da Periferia,
um grupo formado por quatro jovens moradores do Jardim Ângela, pronto
para lançar o primeiro CD. No canto falado de Vilma, Borracha,
Jefferson e Bola, em vez das já conhecidas mensagens violentas,
referências literárias juntam-se à crítica
social, a poesia se mistura com palavras duras que expressam a realidade
dos excluídos.
Confira
as imagens e o som de "Versologia", com o Voz da Periferia
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